*Aceitação

Aceitação

A *Resignação, ou ainda aceitação, na espiritualidade, na conscientização e na psicologia humana, geralmente se refere a experienciar uma situação sem a intenção de mudá-la. A aceitação não exige que a mudança seja possível ou mesmo concebível, nem necessita que a situação seja desejada ou aprovada por aqueles que a aceitam.

De fato, a resignação é freqüentemente aconselhada quando uma situação é tanto ruim quanto imutável, ou quando a mudança só é possível a um grande preço ou risco. Aceitação pode implicar apenas uma falta de tentativas comportamentais visíveis para mudar, mas a palavra também é utilizada mais especificamente para um sentimento ou um estado emocional ou cognitivo teórico. Então, alguém pode decidir não agir contra uma situação e ainda assim não ter se aceitado-a.

A aceitação é contrastada com a resistência, mas esse termo tem fortes conotações políticas e psicoanalítica que não são aplicáveis em muitos contextos. Às vezes, a aceitação é usada com noções de espontaneidade: “Mesmo se uma situação indesejável da qual não poderei escapar ocorrer comigo, eu ainda posso espontaneamente escolher aceitá-la.”

Por grupos ou por indivíduos, a aceitação pode ser de vários eventos e condições no mundo; as pessoas também podem aceitar elementos de seus próprios pensamentos, sentimentos ou passados. Por exemplo, o tratamento psicoterapêutico de uma pessoa com depressão ou ansiedade poderia envolver a aceitação das circunstâncias pessoais que geraram aqueles sentimentos, sejam elas quais forem, ou pelos sentimentos em si. (A psicoterapia também poderia envolver a diminuição da resignação de uma pessoa em relação a várias situações.)

Noções de aceitação são proeminentes em muitas fés e práticas de meditação. Por exemplo, a primeira nobre verdade do Budismo, “a vida é sofrimento”, convida as pessoas a aceitarem que o sofrimento é uma parte natural da vida.

Reconhecer os poderes maiores e imutáveis; não cometer o vandalismo da teoria que emprega a interpretação que, regras naturais devam ser ignoradas em prol da composição lógica da teoria, ou que regras naturais devam ser violadas para mudarem de forma artificial (apenas na interpretação da concepção) a regra natural em questão.

Fonte: Wikipédia

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Encontrando a Paz Interior – Autoaceitação

A maioria de nós segue, ao longo da vida, tentando encaixar-se num modelo de pessoa que aprendemos como sendo o ideal. Mas, como as fórmulas em geral costumam ser irreais, este é um exercício inútil, pois tudo o que é artificial, em algum momento cairá por si mesmo.

As fantasias que cultivamos acerca da pessoa ideal que deveríamos ser trazem muitas qualidades difíceis de serem preenchidas pela maioria dos seres humanos.

Então, ao nos compararmos, acabamos por experimentar uma sensação de incapacidade, como se o outro estivesse sempre um degrau acima de nós. A ilusão da inferioridade faz com que nos foquemos sempre nos talentos alheios, ao invés de nos concentrarmos em nosso próprio valor.

Se numa análise fria e objetiva, concluímos que nos falta algo que gostaríamos de ter, é preciso ficar alerta para perceber se aquilo é de fato essencial para a nossa realização interior.

Se a resposta for sim, podemos buscar uma maneira de despertar ou aperfeiçoar aquela habilidade sem, no entanto, nos preocuparmos com os demais.

Nosso próprio desenvolvimento deve ser o foco, e não a necessidade de superar os outros. Amar a si mesmo pressupõe aceitar-se incondicionalmente, reconhecendo as próprias limitações, mas sem fazer disto motivo de sofrimento.

Quando nos conectamos com nossa essência interior, percebemos, finalmente, que nada de fato nos falta, já somos o que pretendemos ser. Todo o esplendor que buscamos no exterior, encontra-se dentro de nós.

Elisabeth Cavalcante

“Para ser compassivo, você tem que ter compaixão por si mesmo em primeiro lugar. Se você não se ama, você nunca será capaz de amar alguém. Se você não for gentil com você mesmo, você não pode ser bom para ninguém.

…O que quer que você seja com você mesmo, você será com os outros. Deixe que seja um ditado básico. Se você odeia a si mesmo, você vai odiar os outros – e vocês foram ensinados a odiar a si mesmos. Ninguém jamais lhe disse: “Ame-se!”

A própria ideia parece absurda – amar a si mesmo? A própria ideia não faz sentido – amar a si mesmo? Nós sempre pensamos que para amar, é preciso alguém. Mas se você não aprender com você mesmo, você não será capaz de praticar com os outros.

Você esteve ouvindo, constantemente condicionado, que você não tem qualquer valor. De todas as direções lhe foi mostrado, lhe foi dito que você é indigno, que você não é o que você deveria ser, que você não é aceito como você é. Há muitos deverias pairando sobre sua cabeça – e os deverias são quase impossíveis de cumprir. E quando você não pode cumpri-los, quando você cai, você se sente condenado. Um ódio profundo surge em você sobre si mesmo.

…O primeiro passo é: aceitar-se como você é, soltar todos os deverias. Não carregue qualquer dever em seu coração! Você não é outra pessoa, não espere fazer algo que não pertença a você – você é apenas você mesmo.

Relaxe! E apenas seja você mesmo. Seja respeitoso para com sua individualidade, e tenha a coragem de assinar a sua própria assinatura. Não siga copiando assinaturas de terceiros.

…Quando você não está tentando se tornar qualquer outra pessoa, então você simplesmente relaxa – surge então uma graça. Então você está cheio de grandeza, esplendor, harmonia. Porque, então, não há nenhum conflito – para onde ir, nada para lutar, nada de forçar, impor a si mesmo violentamente. Você se torna inocente.

Nessa inocência, você sentirá compaixão e amor por si mesmo. Você vai se sentir muito feliz com você mesmo, e mesmo que Deus venha e bata à sua porta e diga: “Você gostaria de se tornar outra pessoa?” você vai dizer: “Você enlouqueceu? Eu sou perfeito! Obrigado, mas nunca tente nada parecido! Eu sou perfeito como eu sou”.
No momento em que você pode dizer a Deus: “Eu sou perfeito como eu sou, eu sou feliz como eu sou”, isto é o que no Oriente chamamos shraddha – confiança, então você aceitou a si mesmo. E aceitando a si mesmo, você aceitou seu Criador. Negando a si mesmo, você nega o seu Criador.

…As rosas florescem tão belamente porque elas não estão tentando se tornar lótus. E os lótus florescem tão belamente porque não ouviram as lendas sobre outras flores. Tudo na natureza vai tão bem de acordo, porque ninguém está tentando competir com ninguém, ninguém está tentando se tornar qualquer outra pessoa – tudo é como é.

Basta ver o ponto! Basta ser você mesmo! E lembre-se: você não pode ser outra coisa, tudo o que você faz – todo o esforço é inútil. Você tem que ser você mesmo.

Existem apenas duas maneiras. Uma delas é: rejeitando, você pode permanecer o mesmo, condenando, você pode permanecer o mesmo. Ou, aceitando, entregando-se, curtindo, deliciando-se, você pode ser o mesmo. Sua atitude pode ser diferente, mas você vai ficar do jeito que é, a pessoa que você é. Depois que você aceita, a compaixão surge. E, então, você começar a aceitar os outros”.

Osho – A Sudden Clash of Thunder

Fonte: Somos Todos Um

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Sugestão: Fone de ouvido

Recomendação de vídeos: Sandrinha Soave

Vá com Calma

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